
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou à Justiça a condenação do apresentador Marcelo Castro à pena máxima, em regime fechado, no processo em que ele é acusado de integrar e liderar uma organização criminosa que teria desviado mais de R$ 500 mil em doações destinadas a pessoas em situação de vulnerabilidade.
Segundo as razões finais apresentadas pelo MP-BA, caso a recomendação seja acolhida pela Justiça, a pena poderá chegar a 61 anos de prisão.
Castro, atualmente à frente do programa Alô Juca, da TV Aratu, é réu no processo. As acusações se referem ao período entre 2022 e 2023, quando ele trabalhava no Balanço Geral Bahia, da Record.
O MP-BA também pediu a condenação de outras 11 pessoas por organização criminosa e solicitou o pagamento de R$ 1 milhão em indenização por danos materiais às vítimas.
Procurado pela coluna F5, da Folha de S.Paulo, Marcelo Castro negou envolvimento com a organização criminosa. Segundo sua defesa, os valores recebidos foram repassados às pessoas que solicitavam ajuda.
Marcelo Castro é réu e não foi condenado. As acusações ainda serão analisadas pela Justiça.